Quando a lanterna de um veículo queima, o componente defeituoso é substituído e o automóvel segue seu caminho normalmente. Porém, ao transcrever a situação para o viés de dispositivos móveis, percebe-se que é impossível aperfeiçoar um produto exceto se um aparelho mais recente for adquirido. A câmera não atende mais suas necessidades? Compra outro. O sistema operacional não está mais fluido como antigamente? Procure um modelo com um poder de fogo superior.
Para acabar com esse efeito negativo, a Google utilizou a patente PhoneBloks da Motorola para desenvolver o Projeto Ara. Embora eficaz, a ideia é simples e promete diversas facilidades para o consumidor final e empresas fornecedoras de módulos. Através de uma base de US$ 50, usuários serão capazes de comprar peças separadas, encaixá-las no molde e, consequentemente, criar um celular perfeito para seu gosto. Em um anúncio oficial, a gigante de Montain View adicionou uma opção atraente para a investida.
Quem optar pelo Projeto Ara, terá acesso ao chipset Nvidia Tegra K1 para
um poder de processamento gráfico elevado. A peça está presente no
tablet criado em parceria da Google com HTC e oferece um desempenho
superior em jogos que exigem muito da GPU. Naturalmente, o componente
será um dos mais caros na categoria, já que também é um dos mais
competentes. Para uma alternativa mais barata, clientes também poderão
adquirir um Marvell PXA1928 com clock e performance inferior. Uma loja especial
será responsável por comercializar os equipamentos do gadget conceitual
e mais informações serão reveladas em evento no primeiro mês de 2015.
Fonte: Tudocelular
Fonte: Tudocelular

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